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MORADORA DE PIRACICABA SE RETRATA APÓS DIVULGAR VÍDEO COM INFORMAÇÃO FALSA SOBRE CONTA DO SEMAE

MORADORA DE PIRACICABA SE RETRATA APÓS DIVULGAR VÍDEO COM INFORMAÇÃO FALSA SOBRE CONTA DO SEMAE

Uma moradora e comerciante de Piracicaba se retratou após a circulação, nesta quinta-feira, de um vídeo nas redes sociais em que afirmava, de forma equivocada, que a conta do Serviço Municipal de Água e Esgoto de Piracicaba (Semae) recebida em seu estabelecimento comercial seria um golpe.

Segundo a própria autora do vídeo, Cristiane Ambrozano, a gravação foi motivada pela preocupação com a crescente onda de golpes registrados em todo o país. Ela explicou que se confundiu ao analisar a nova fatura do Semae, que passou recentemente por uma mudança de formato.

Cristiane relatou ainda que o vídeo foi encaminhado inicialmente apenas à sogra, mas acabou sendo compartilhado em grupos e contatos, ganhando ampla repercussão entre moradores da cidade. Após a verificação das informações, ficou confirmado que a fatura mencionada é legítima.

Diante do esclarecimento, a comerciante reconheceu o equívoco e solicitou que o vídeo seja apagado das redes sociais e dos grupos de mensagens, com o objetivo de evitar novos mal-entendidos e a disseminação de informações incorretas.

Nova fatura do Semae

Desde o início de janeiro de 2026, o Serviço Municipal de Água e Esgoto de Piracicaba passou a adotar a NFAg (Nota Fiscal da Água e Saneamento Eletrônica), que substitui o modelo tradicional de conta de água. A mudança atende às diretrizes da Reforma Tributária, conforme a Emenda Constitucional nº 132/2023 e a Lei Complementar nº 214/2025, além de modernizar o processo de faturamento dos serviços de saneamento.

A implantação do novo modelo foi amplamente divulgada pelos veículos de comunicação de Piracicaba e região, bem como pelo site e pelas redes sociais oficiais do Semae e da Prefeitura de Piracicaba.

O Semae reforça a importância de que a população busque sempre informações pelos canais oficiais da autarquia, como o site institucional e as redes sociais, antes de compartilhar conteúdos.

A autarquia também alerta que a disseminação de informações falsas ou distorcidas confundem a população, prejudicam a tomada de decisões e podem gerar pânico, desinformação e conflitos. Além disso, fake news afetam a credibilidade de instituições, comprometem debates públicos e colocam em risco áreas sensíveis como saúde, segurança e democracia. Quando a informação divulgada causar danos, a prática pode configurar crimes contra a honra, como calúnia, difamação e injúria, previstos no Código Penal Brasileiro, com penas que incluem detenção e multa.

Texto: Da Redação

Publicado por Danilo Telles/Grupo Metropolitana

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